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Com intransigência, Governo e Metrô-DF não aceitam acordo


Reunião para discutir possível acordo começou às 10h e terminou às 13h40

Reunião para discutir possível acordo começou às 10h e terminou às 13h40

Em reunião de conciliação na manhã da última quinta-feira (16/06), o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Metroviárias e a diretoria da Companhia do Metropolitano conversaram abertamente sobre as expectativas das tratativas ocorridas até agora. A conciliadora do conflito foi a vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, a desembargadora Maria Regina Guimarães.

Após três horas de tentativa de negociação, a empresa e o GDF negaram qualquer tipo de acordo que foi oferecido pela entidade sindical e preferiram ir a julgamento, judicializando toda a situação que poderia ser resolvida de maneira simples.

A desembargadora tentou fazer com que o Metrô-DF discutisse melhor internamente a proposta do SINDMETRÔ-DF de condicionar o reajuste do INPC (para ter a reposição inflacionária nos vencimentos dos empregados) à saída da Lei de Responsabilidade Fiscal, assim como foi feito na negociação do ano passado. Gustavo Andrade, diretor de administração do Metrô-DF, afirmou que não a proposta não era viável. “Criar uma expectativa futura seria no mínimo leviano de minha parte. A situação econômica do país mudou desde a última negociação”, afirmou o diretor.

Proposta palpável
Foi explanado à Dra. Maria Regina, desembargadora responsável pela conciliação, os motivos que desencadearam a greve. “É do passado que tiramos as lições para as nossas novas decisões, por que um acordo não pode ser feito com o condicionamento? O INPC é o mínimo, é a recomposição inflacionária dos nossos salários. Não podemos trabalhar dessa maneira”, explicou Quintino dos Santos, diretor de Secretaria e Finanças do Sindicato.

O SINDMETRÔ-DF apresentou uma proposta simples de ser cumprida e que não onera os cofres do Distrito Federal. Foi pedido que o termo de cooperação entre a empresa e o DFTRANS fosse cancelado e que o Metrô-DF funcione em horário especial – como acontece atualmente no período de greve – até que os aprovados no concurso sejam nomeados para suprir a falta de pessoal.

Além de a parte patronal não aceitar o acordo, ainda tentou liminar para que o quadro reduzido de greve acabasse. O pedido foi indeferido pela vice-presidente do TRT 10 pelo fato de o desembargador presidente do Tribunal já ter apreciado e dado liminar no sentido de que o Metrô funcione com 100% da carga apenas nos horários de pico. O jurídico da empresa tentou ainda recurso na liminar já apreciada e o pedido também foi indeferido.

Fechamento de estações
A diretoria do Metrô definiu que nas estações onde fique apenas uma pessoa, no período de greve, sejam fechadas pela insegurança gerada. Foi solicitado pelo sindicato que a mesma medida aconteça em dias em que não há greve. É frequente o número extremamente baixo de funcionários nas estações e há pressão para que eles trabalhem normalmente.

Conformismo e instransigência
O diretor de administração do Metrô-DF, Gustavo Andrade, ainda usou de um discurso de conformismo no encerramento da conciliação. Após ser pedido para que a empresa cumpra a determinação da LRF de cortar 20% dos comissionados da empresa pública, Andrade negou que os salários dos comissionados vá fazer diferença no caixa do Governo. O diretor afirmou que ele é comissionado e seus vencimentos não são tão distantes dos concursados.

Em suas palavras, o tom forte chegou a espantar os membros do sindicato quando disse ainda que todos deveriam estar felizes de estar empregados. “Estamos em uma situação em que sindicatos com mais tempo de luta e mais tradicionais que os nosso estão lutando para se manter no emprego. Eles estão chegando e dizendo: abaixe o nosso salário mas mantenha meu colega aqui empregado, enquanto isso estamos discutindo aqui reajuste salarial e contratação. A situação do empregado público é privilegiada por saber que não será demitido e que a máquina pública continuará contando com ele”, afirmou o diretor.

O responsável pela administração do Metrô-DF ainda foi mais longe. Afirmou que não é com greve que o sindicato deve lutar contra a privatização. “Você só se vacina contra a privatização tendo produtividade, competência e resultados. Não é com paralisação que se faz isso”, afirmou Gustavo Andrade, deixando entender que a baixa arrecadação do Metrô-DF é culpa dos empregados.

Trâmite processual
O SINDMETRÔ-DF apresentará a defesa da categoria na próxima segunda-feira (20/06). A partir da terça-feira, o corpo jurídico da Companhia Metropolitana terá 48h para entregar a defesa dos patrões. Os autos serão enviados ao Ministério Público do Trabalho e em seguida um desembargador será designado para a relatoria do processo. A data do julgamento ainda não foi definida, mas ele acontecerá na 1ª Seção Especializada do TRT 10ª Região.



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